Whatsapp Dieta anti-inflamatória pode reduzir risco de câncer de mama | Dra. Joise Wottrich
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Dieta anti-inflamatória pode reduzir risco de câncer de mama

Todos os anos, mais de 1,5 milhão de casos de câncer de mama são diagnosticados em mulheres de todo o mundo, e a doença pode ser ainda mais recorrente em países que estão em desenvolvimento, como o Brasil.


Muitos fatores evitáveis podem colaborar com o desenvolvimento dos tumores na região das mamas, tal qual o tabagismo, a falta de atividade física, a obesidade e a qualidade da dieta.


E, segundo um estudo publicado no periódico Nutrition Journal, o consumo de alimentos que contribuem para inflamações internas no organismo pode aumentar o risco de mulheres terem câncer de mama ao longo da vida.

Para entender a relação entre a alimentação e a incidência de tumores, os cientistas avaliaram alguns sistemas de pontuação como o índice de inflamação da dieta e do estilo de vida de mulheres iranianas.


Como resultado, as que optaram por um consumo maior de alimentos como carnes processadas e bebidas energéticas, que faziam parte do grupo considerado pró-inflamatório, tinham um risco maior de desenvolverem o câncer de mama.


Em contrapartida, aquelas que consumiam menos esses alimentos e seguiam uma dieta considerada anti-inflamatória, possuíam um menor risco de terem a doença. Nesse estilo alimentar, estavam incluídos produtos como peixes, hortaliças, legumes, frutas, laticínios com baixo teor de gordura e nozes.


Porém, vale ressaltar que são necessárias mais investigações clínicas para entender como o padrão alimentar pode ajudar na prevenção do câncer de mama.


Exames genéticos para avaliar o risco de desenvolver câncer de mama podem auxiliar muito na prevenção da doença. E, a partir do resultado, consultar ajuda nutricional para seguir um plano alimentar individual e que esteja alinhado com as suas necessidades diárias.

POR: Dra. Joise Wottrich


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