Um estudo recente, publicado no The Lancet Diabetes & Endocrinology, propõe uma nova forma de abordar e diagnosticar a obesidade, indo além do tradicional Índice de Massa Corporal (IMC). A proposta, endossada por 75 organizações médicas globais, busca oferecer um método mais preciso e abrangente, que permita um cuidado mais personalizado e eficaz para os pacientes.
Principais pontos da nova proposta:
Por que essa mudança é importante?
A nova abordagem para a obesidade representa um avanço significativo na forma como a doença é compreendida e tratada. Ao ir além do IMC, é possível identificar indivíduos que realmente precisam de cuidados, evitando diagnósticos excessivos e tratamentos desnecessários.
A classificação em obesidade clínica e pré-clínica permite direcionar os recursos de forma mais eficiente, priorizando o tratamento de pacientes com maior risco e necessidade.
O que isso significa para você?
Se você está preocupado com seu peso ou com a saúde, é importante conversar com sua médica. Ela poderá avaliar seu caso de forma individualizada, utilizando as novas diretrizes propostas pelo estudo.
Lembre-se que a obesidade é uma doença complexa, que exige cuidado e atenção. Não hesite em buscar ajuda profissional para cuidar da sua saúde.
POR: Dra. Joise Wottrich
Um estudo recente, publicado no The Lancet Diabetes & Endocrinology, propõe uma nova forma de abordar e diagnosticar a obesidade, indo além do tradicional Índice de Massa Corporal (IMC). A proposta, endossada por 75 organizações médicas globais, busca oferecer um método mais preciso e abrangente, que permita um cuidado mais personalizado e eficaz para os pacientes.
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A crença de que o café da manhã é a refeição mais importante do dia está profundamente enraizada em nossa cultura. A ideia de que comer pouco e frequentemente, evitando grandes refeições, seria essencial para o metabolismo e o controle do peso. Estudos, inclusive, apontavam que pessoas obesas e diabéticas pulavam refeições com mais frequência, levando à dedução de que o café da manhã seria crucial para manter um peso corporal saudável. No entanto, uma meta-análise recente publicada no renomado British Medical Journal (BMJ) sugere que essa pode ser uma das grandes lendas da nutrição.
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